Rede de Atendimento à Mulher de Queimadas/PB faz reunião de avaliação

Publicado em 10/04/2019 às 10:25

Rede de Atendimento à Mulher de Queimadas/PB faz reunião de avaliação

A Rede de Atendimento à Mulher do município de Queimadas (Ream) realizou na tarde de ontem (09) uma reunião de avaliação acerca das atividades desenvolvidas ao longo de sua atuação, especialmente aquelas trabalhadas durante o mês de março com a campanha do “Mês da Mulher”.

Formada por serviços de direitos e assistência social do município, organizações não governamentais e setores do poder judiciário, a Ream atua na prevenção e combate à violência contra a mulher, prestando orientação e apoio às vítimas.

Estiveram presentes na reunião as representantes da Gerência de Articulação e Política para as Mulheres, Secretaria Municipal de Educação, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Centro de Referência da Assistência Social, Centro de Referência Especializado da Assistência Social, Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, Assessuas Trabalho, Centro Incluir, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Queimadas, Poder Legislativo Municipal e do Serviço Social do Hospital Geral de Queimadas.

O primeiro assunto a ser avaliado foi o desempenho positivo da Lei Municipal Nº 532/2017, conhecida como “Lei Maria da Pena nas Escolas” cujo objetivo é contribuir para a instrução da comunidade escolar a respeito da Lei Federal Nº 11.340/2006. Em seguida, todos os representantes tiveram a oportunidade de expor os pontos que consideram como positivos e os que ainda são desafios no trabalho da Rede.

Um dos pontos positivos colocados foi a atuação significativa da Ream em Queimadas, visto que em muitas cidades paraibanas estes organismos de proteção a mulher não prestam a devida assistência ou sequer existem. Em relação ao Mês da Mulher, a execução das atividades foi considerada bastante satisfatória, sendo possível perceber que as mulheres já estão compreendendo a importância dos organismos de defesa.

Como desafios, os articuladores da Ream colocaram a necessidade de, ao longo do ano, estar mais presente nas comunidades rurais, associações comunitárias, reuniões escolares de pais e professores, de modo que o combate à violência contra a mulher esteja embasado essencialmente na prevenção e conscientização.

Outro desafio amplamente debatido foi a necessidade de formações sobre a Lei de Importunação Sexual e a violência cibernética contra mulheres, que ao final da reunião ficaram decididas como as próximas ações da Ream a nível municipal. Também foi aprovado por unanimidade o fluxograma de atendimento à mulher em situação de violência, com o passo-a-passo a ser percorrido de acordo com o tipo de agressão e números telefônicos dos respectivos serviços, que deverá ser exposto e distribuído nas repartições filiadas a Rede.

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