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Após se aposentar, beneficiária do Bolsa Família em Queimadas procura SMDS e opta pelo desligamento voluntário do Programa

por Publicado em 24/07/2018 às 19:58 3008 Visualizações

A beneficiária do Bolsa Família em Queimadas, Maria das Graças, moradora do Sítio Gravatá dos Velez decidiu, na manhã desta terça-feira (24), procurar a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e se desligar voluntariamente do benefício. Ela agradeceu a toda equipe pela atenção dispensada durante o período em que foi favorecida pela assistência. 

“Decidi devolver porque consegui me aposentar e agora não tenho mais necessidade em receber o Bolsa Família, aproveito para agradecer a toda a equipe da Secretaria que tão bem me assistiu durante o período em que precisei do Programa. Hoje, repasso esse benefício a uma outra pessoa que esteja precisando mais que eu. Obrigada”, disse Maria das Graças.

A gestora do Programa Bolsa Família de Queimadas, Fabrícia Santos explicou que a cada mês, novas famílias se inscrevem no Bolsa Família para receber o benefício e outras decidem voluntariamente sair do Programa. “Também existem aquelas que saem da situação de pobreza, por isso precisam se desligar do programa social. O desligamento é essencial para que não aconteça o pagamento indevido do Bolsa Família”, explicou.

A secretária de Desenvolvimento Municipal de Queimadas, Maria Alzenira ressaltou que, alguns cidadãos se encontram em situação irregular, justamente porque mesmo saindo da condição de pobreza e mantendo uma melhora nas condições socioeconômicas da família, não se desligam do Programa. Mas ela explicou que mais cedo ou mais tarde isso vem à tona. Por isso, é salutar que sigam o exemplo de dona Maria das Graças que voluntariamente decidiu devolver o cartão do Bolsa Família para outra pessoa que precise mais do que ela.

“Não adianta viver na irregularidade, além de estarem tirando de quem realmente precisa, há um monitoramento e controle do Programa e este ocorre tanto no processo de revisão cadastral como no processo de averiguação cadastral que cruza os dados dos beneficiários com os de outros bancos de dados administrativos, a exemplo do Sistema Informatizado de Controle de Óbitos (Sisobi) e a base de políticos eleitos (TSE). Ou seja, mais cedo ou mais tarde a verdade vem à tona”, destacou.